domingo, 23 de novembro de 2014

Somos como gavetas fechadas.
Como livros esquecidos pousados em estantes de madeira tão duras quanto a nossa vida,
Historias inacabadas sob linhas de pó branco.
Somos um universo de constelações e restos de pó que um dia foram estrelas brilhantes.
Somos o céu que vimos tantas vezes cair.
Somos tudo aquilo que somos sem nunca ser aquilo que querem que sejamos.

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